Pense em três momentos muito felizes da sua vida. Quais eram as situações, o que estava acontecendo, quem estava com você, o que você estava pensando e sentindo. E agora reflita um pouco sobre o que estas três situações possuem em comum.
Eu, por exemplo, pensei no dia do meu casamento, no nascimento dos meus filhos e jogando futebol quando criança. O que estas três situações possuem em comum? Fora a minha felicidade, aparentemente nada.
Mas, ao analisarmos retirando o conteúdo de cada evento, é possível identificar que em todas estas situações havia a aceitação da realidade. Eu estava aceitando plenamente o que estava acontecendo.
Está certo que, nestas situações, o que estava acontecendo era o que eu queria que acontecesse, era algo que eu sonhava ou gostava muito. Então fica fácil aceitar uma situação assim.
Agora, convido o leitor a inverter um pouco a lógica. E se aceitássemos cada momento de nossas vidas, independentemente do conteúdo. Com certeza estaríamos felizes, talvez não em um estado de êxtase como nas situações em que você deve ter pensado, mas numa felicidade consistente e duradoura.

Como aceitar a realidade

Mas como aceitar a realidade, quando ela é cheia de problemas e situações ruins? Primeiramente é preciso entender o aceitar. Aceitar não é concordar, é entender que a realidade que está acontecendo é a única que poderia acontecer naquele momento. Como diriam algumas pessoas: “o se não existe”.
Quando vivemos praticando este conceito de aceitação, nada pode nos tirar do nosso estado de presença e de plenitude. Então, por mais que eu decida agir para mudar a realidade que está acontecendo, eu faço isto de maneira consciente, ao invés de simplesmente ficar reagindo ao que acontece externamente.
Assim, percebemos que a real felicidade é um estado interno, não há nada no mundo exterior que pode nos tirar deste estado. Quando algo externo nos tira a felicidade, é porque internamente não estamos neste estado de presença e plenitude.
Acontece que nós somos humanos e, por mais que mantenhamos este estado de presença, haverá momentos em que nos sentiremos tristes, bravos, decepcionados, etc. Nestas situações, aceitar que você não está feliz é melhor do que rejeitar e tentar esconder estes seus sentimentos. Ficar triste porque você ficou triste só piora a situação.
Na minha experiência pessoal, o que me ajuda muito a manter este estado de presença é meditar e praticar Thetahealing®. Com estas duas práticas, você ganha esta consciência de que tudo é interno, então você se torna o único responsável pela sua própria felicidade.

Gratidão,

André Fukunaga