Comida é Dinheiro?


Quando trabalhamos atendendo com Thetahealing®, o cliente nos traz uma questão que quer mudar em sua vida e nós começamos a investigar o subconsciente dele até descobrirmos quais são as crenças que estão por detrás daquela questão.
Como o nosso subconsciente é criativo na hora de criar crenças! Afinal, ele está tentando nos fazer sobreviver e vai utilizar de todas as suas ferramentas para isto!
Já me deparei com diversas crenças estranhas, que aparentemente não fazem o menor sentido, mas que, de alguma maneira, o subconsciente daquela pessoa entendeu que aquilo era importante ser registrado. E essas crenças estranhas acabam por interferir na vida da pessoa e limitar o seu potencial.
Eu sou minha mãe. Eu sou bonito e feio ao mesmo tempo. Se eu tiver sucesso eu fracasso. Todas estas crenças são exemplo de algo que aparentemente não tem sentido. Um dos exemplos que eu mais gosto é de o de que comida é dinheiro.

Exemplo de um cliente

Um cliente de Thetahealing® chegou com uma questão de emagrecimento e durante o trabalho de investigação ele se lembrou de que a avó dele não tinha dinheiro para pagar um médico e em troca deu uma galinha como forma de pagamento. Então, a partir desta lembrança, descobrimos que em seu sistema havia a crença de que comida é dinheiro.
Ele era uma pessoa que tinha dificuldades em recusar comida, em dizer não para quem oferecesse comida a ele, além de não deixar sobrar nada no prato. Claro! Se ele fizesse isto, estaria recusando dinheiro ou jogando dinheiro fora!
Obviamente, havia outras crenças relacionadas a este assunto e que também liberamos para melhorar a questão de emagrecimento do cliente. Mas esta crença específica foi muito interessante!
E quantas crenças estranhas nós não possuímos? Só de pensar que temos milhares de ancestrais que passaram por milhões de situações em tempos e lugares diferentes que os nossos, acho que o estranho seria se não tivéssemos crenças estranhas!
É importante olharmos para elas a partir de uma perspectiva de não-julgamento, principalmente quando estamos trabalhando com Thetahealing®. Entender que a crença surgiu por algum motivo e que foi importante em algum tempo para a pessoa ou para algum ancestral dela! Lembrem-se, o Thetahealing® é um trabalho feito com amorosidade.

Gratidão!

André Fukunaga

Tudo se resolve mudando-se as crenças?

 

 

 

 

 

Nós podemos comparar o nosso cérebro a um computador que controla toda a nossa vida. Desde como o nosso corpo deve funcionar, até como devemos sentir e reagir em cada situação que nos encontramos.

E se o computador é o cérebro, o software que o faz funcionar seria o nosso sistema de crenças. Este sistema é composto por tudo aquilo que acreditamos e é o que nos faz conseguir viver neste corpo. Ele realmente se parece como um programa de computador, sendo que está evoluindo e sendo reprogramado a todo momento, de acordo com as nossas experiências.

Este software roda no que chamamos de subconsciente, ou seja, nem percebemos o que ele está fazendo. Existem milhares de crenças nesse sistema que controla as nossas vidas e é praticamente impossível ter consciência sobre todas elas.

Quando conhecemos o Thetahealing®, aprendemos uma técnica para trocar estes programas que estão rodando no nosso subconsciente. A partir destas substituições, percebemos a nossa vida mudar de acordo com as novas crenças instaladas. O Thetahealing® muda a nossa visão de mundo.

Uma frase que os Thetahealers® costumam falar é que tudo é crença, ou seja, você pode resolver qualquer coisa na sua vida mudando as suas crenças.

E realmente, todos os problemas são criações da nossa mente. Então, ao mudarmos os programas que rodam nela, podemos resolver os problemas. Entretanto, eu vejo três limitações nisto.

Indo Além das Crenças

Primeiro que, para mudar, precisamos ter consciência daquilo que queremos mudar. Ou seja, precisamos estar dispostos a olhar para dentro de nós, perceber aquilo que não faz sentido e desapegar desta identificação. Muitas vezes as pessoas acham que o Thetahealing® vai resolver tudo por si só, mas sem este passo, é muito difícil as mudanças acontecerem.

Segundo, quando temos crenças novas em nosso sistema, é como se fossem novos caminhos que se abrem. Mas se não caminharmos por eles, eles se fecham e tudo volta a ser como antes. Então é preciso agir em cima da nova realidade que foi criada. Quanto mais vivermos de acordo com as novas crenças, mais elas se fortalecerão e ficarão registradas em nosso subconsciente como a melhor opção a seguir.

Por fim, existe uma dimensão espiritual e de alma que está além do sistema de crenças. Para acessa-la e entende-la, é necessário experencia-la e isto não é possível somente mudando crenças.

O Thetahealing® é uma ferramenta poderosíssima que pode se tornar um estilo de vida, ajudando a vivermos mais conectados com nossa essência. Mas por si só não faz milagres. Então, você que é Thetahealer®, veja a sua vida como algo maior que suas crenças e se abra para as mudanças!

Gratidão!

André Fukunaga

A verdadeira liberdade


Você se considera uma pessoa livre? O que é ser uma pessoa livre, afinal? É fazer aquilo que lhe der na telha? É não dar satisfação para ninguém?
Um dos motivos de entrarmos em uma jornada de autoconhecimento é buscarmos a nossa liberdade, a coragem para fazermos aquilo que nos deixa feliz.
À medida que vamos evoluindo pessoal e espiritualmente, realmente vamos nos sentindo mais livres, muito em decorrência da liberação de medos que nos tornavam prisioneiros.
Se temos medo que o outro nos deixe, nos tornamos prisioneiros do outro.
Se temos medo de ficar sem dinheiro, nos tornamos prisioneiros do dinheiro.
Se temos medo do que os outros vão pensar, nos tornamos prisioneiros do julgamento alheio.
Ao investigarmos minuciosamente cada medo, é possível compreender que tudo não passa de criação de nossas mentes.
Podemos desmistificar cada medo que possuímos e nos sentirmos mais livres, mas existe um medo específico que é a chave para sermos realmente livres.
É o medo de não sermos quem acreditamos ser.
Se temos medo de não sermos quem acreditamos ser, nos tornamos prisioneiros da nossa autoimagem.

Quem sou eu?

Mas, se eu não sou quem acredito ser, quem sou eu?
Talvez seja mais fácil responder mostrando aquilo que você não é.
A sua profissão, você não é. O seu papel na família, você não é. A sua religião, você não é. As suas qualidades, você não é. Os seus defeitos, você não é. Os seus hobbies, você não é. O seu passado, você não é. O seu propósito de vida, você não é. Até mesmo o seu nome, você não é.
Tudo isto não passa de rótulos.
Somente ao vivemos sem sermos prisioneiros dos rótulos que nós acreditamos ser, é que conseguimos experenciar a verdadeira liberdade.

Gratidão,

André Fukunaga