A verdadeira liberdade


Você se considera uma pessoa livre? O que é ser uma pessoa livre, afinal? É fazer aquilo que lhe der na telha? É não dar satisfação para ninguém?
Um dos motivos de entrarmos em uma jornada de autoconhecimento é buscarmos a nossa liberdade, a coragem para fazermos aquilo que nos deixa feliz.
À medida que vamos evoluindo pessoal e espiritualmente, realmente vamos nos sentindo mais livres, muito em decorrência da liberação de medos que nos tornavam prisioneiros.
Se temos medo que o outro nos deixe, nos tornamos prisioneiros do outro.
Se temos medo de ficar sem dinheiro, nos tornamos prisioneiros do dinheiro.
Se temos medo do que os outros vão pensar, nos tornamos prisioneiros do julgamento alheio.
Ao investigarmos minuciosamente cada medo, é possível compreender que tudo não passa de criação de nossas mentes.
Podemos desmistificar cada medo que possuímos e nos sentirmos mais livres, mas existe um medo específico que é a chave para sermos realmente livres.
É o medo de não sermos quem acreditamos ser.
Se temos medo de não sermos quem acreditamos ser, nos tornamos prisioneiros da nossa autoimagem.

Quem sou eu?

Mas, se eu não sou quem acredito ser, quem sou eu?
Talvez seja mais fácil responder mostrando aquilo que você não é.
A sua profissão, você não é. O seu papel na família, você não é. A sua religião, você não é. As suas qualidades, você não é. Os seus defeitos, você não é. Os seus hobbies, você não é. O seu passado, você não é. O seu propósito de vida, você não é. Até mesmo o seu nome, você não é.
Tudo isto não passa de rótulos.
Somente ao vivemos sem sermos prisioneiros dos rótulos que nós acreditamos ser, é que conseguimos experenciar a verdadeira liberdade.

Gratidão,

André Fukunaga

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