A vida não precisa ser difícil


Pense um pouco sobre as histórias que a sociedade admira em geral. Normalmente são histórias de pessoas que em algum momento da vida tiveram que superar algum tipo de dificuldade.
Quem não gosta de um conto em que alguém nasceu em uma situação desfavorável, teve que passar por inúmeros desafios, dores e sofrimentos, para finalmente dar a volta por cima e alcançar as tão sonhadas paz e felicidade?
Isto demonstra uma supervalorização, por parte da consciência coletiva, da luta, do drama, do sofrimento e das dificuldades. É como se o que fosse fácil não tivesse valor. Quem nunca ouviu o ditado “O que vem fácil, vai fácil”? Quem não acha que ser chamado de guerreiro ou batalhador é um elogio?
Por detrás deste coletivo, entendo que podem haver alguns tipos de sentimentos como:
– Inveja, em que se tenta diminuir o valor da pessoa que consegue seus objetivos de maneira fácil e natural. É uma tentativa de menosprezar a importância e o sucesso de quem conseguiu chegar lá. É uma maneira de tentar se sentir superior a quem “está no topo”.
– Conforto. Quando temos dificuldades em alcançar as nossas metas, o fato de pensarmos que isto é uma verdade para todos, evita de nos sentirmos fracassados, incapazes ou fracos. É um tipo de resignação, afinal, a vida é dura para todos.
– Busca de aprovação. Afinal, quem consegue superar os seus desafios merece ser admirado e respeitado por todos.
Independentemente da razão, quando nos conectamos a este coletivo, o nosso subconsciente começa a nos fazer agir de acordo com estas crenças de dificuldades.

Saindo da consciência coletiva

Então sempre vamos estar sofrendo e lutando para vencer. Achamos que estamos aprendendo e evoluindo somente através dos inúmeros desafios e dificuldades que passamos em nossas vidas. Que dependemos deles para podermos crescer.
E quando estamos em um momento de bonança, é muito comum aparecer a famosa auto sabotagem. O nosso subconsciente começa a criar situações difíceis para voltarmos ao nosso papel de guerreiro e batalhador E assim, conseguirmos o respeito e a admiração dos outros.
Mas, a vida pode ser fácil, leve e fluida. Não precisamos passar por dificuldades para sentirmos que vencemos ou que somos amados e aceitos pelos outros.
Quando nos desconectamos destas crenças que valorizam as dificuldades, nosso subconsciente para de criar problemas desnecessários. Nós nos conectamos muito mais com as energias da abundância, da prosperidade e da fluidez. E conseguimos alcançar nossos objetivos com muito mais leveza e otimismo.
Com a ajuda do Thetahealing®, eu mesmo consegui limpar muitas destas crenças que me faziam estar sempre buscando desafios e um reconhecimento e admiração através da superação destes. E hoje eu consigo dar valor e ser grato a tudo que vem de maneira fácil em minha vida.
E você? Em qual frequência você está vibrando? Na da vida fácil ou na da difícil? Você precisa superar desafios para se sentir amado e admirado?

Gratidão!

André Fukunaga

*Photo by Min An from Pexels

De onde vem a felicidade?


Pense em três momentos muito felizes da sua vida. Quais eram as situações, o que estava acontecendo, quem estava com você, o que você estava pensando e sentindo. E agora reflita um pouco sobre o que estas três situações possuem em comum.
Eu, por exemplo, pensei no dia do meu casamento, no nascimento dos meus filhos e jogando futebol quando criança. O que estas três situações possuem em comum? Fora a minha felicidade, aparentemente nada.
Mas, ao analisarmos retirando o conteúdo de cada evento, é possível identificar que em todas estas situações havia a aceitação da realidade. Eu estava aceitando plenamente o que estava acontecendo.
Está certo que, nestas situações, o que estava acontecendo era o que eu queria que acontecesse, era algo que eu sonhava ou gostava muito. Então fica fácil aceitar uma situação assim.
Agora, convido o leitor a inverter um pouco a lógica. E se aceitássemos cada momento de nossas vidas, independentemente do conteúdo. Com certeza estaríamos felizes, talvez não em um estado de êxtase como nas situações em que você deve ter pensado, mas numa felicidade consistente e duradoura.

Como aceitar a realidade

Mas como aceitar a realidade, quando ela é cheia de problemas e situações ruins? Primeiramente é preciso entender o aceitar. Aceitar não é concordar, é entender que a realidade que está acontecendo é a única que poderia acontecer naquele momento. Como diriam algumas pessoas: “o se não existe”.
Quando vivemos praticando este conceito de aceitação, nada pode nos tirar do nosso estado de presença e de plenitude. Então, por mais que eu decida agir para mudar a realidade que está acontecendo, eu faço isto de maneira consciente, ao invés de simplesmente ficar reagindo ao que acontece externamente.
Assim, percebemos que a real felicidade é um estado interno, não há nada no mundo exterior que pode nos tirar deste estado. Quando algo externo nos tira a felicidade, é porque internamente não estamos neste estado de presença e plenitude.
Acontece que nós somos humanos e, por mais que mantenhamos este estado de presença, haverá momentos em que nos sentiremos tristes, bravos, decepcionados, etc. Nestas situações, aceitar que você não está feliz é melhor do que rejeitar e tentar esconder estes seus sentimentos. Ficar triste porque você ficou triste só piora a situação.
Na minha experiência pessoal, o que me ajuda muito a manter este estado de presença é meditar e praticar Thetahealing®. Com estas duas práticas, você ganha esta consciência de que tudo é interno, então você se torna o único responsável pela sua própria felicidade.

Gratidão,

André Fukunaga

A verdadeira liberdade


Você se considera uma pessoa livre? O que é ser uma pessoa livre, afinal? É fazer aquilo que lhe der na telha? É não dar satisfação para ninguém?
Um dos motivos de entrarmos em uma jornada de autoconhecimento é buscarmos a nossa liberdade, a coragem para fazermos aquilo que nos deixa feliz.
À medida que vamos evoluindo pessoal e espiritualmente, realmente vamos nos sentindo mais livres, muito em decorrência da liberação de medos que nos tornavam prisioneiros.
Se temos medo que o outro nos deixe, nos tornamos prisioneiros do outro.
Se temos medo de ficar sem dinheiro, nos tornamos prisioneiros do dinheiro.
Se temos medo do que os outros vão pensar, nos tornamos prisioneiros do julgamento alheio.
Ao investigarmos minuciosamente cada medo, é possível compreender que tudo não passa de criação de nossas mentes.
Podemos desmistificar cada medo que possuímos e nos sentirmos mais livres, mas existe um medo específico que é a chave para sermos realmente livres.
É o medo de não sermos quem acreditamos ser.
Se temos medo de não sermos quem acreditamos ser, nos tornamos prisioneiros da nossa autoimagem.

Quem sou eu?

Mas, se eu não sou quem acredito ser, quem sou eu?
Talvez seja mais fácil responder mostrando aquilo que você não é.
A sua profissão, você não é. O seu papel na família, você não é. A sua religião, você não é. As suas qualidades, você não é. Os seus defeitos, você não é. Os seus hobbies, você não é. O seu passado, você não é. O seu propósito de vida, você não é. Até mesmo o seu nome, você não é.
Tudo isto não passa de rótulos.
Somente ao vivemos sem sermos prisioneiros dos rótulos que nós acreditamos ser, é que conseguimos experenciar a verdadeira liberdade.

Gratidão,

André Fukunaga

Mente Vs. Intuição

Mente Vs. Intuição

Quando começamos a nos dedicar a um processo de autoconhecimento e espiritualidade, é natural que passemos a perceber mais a nossa intuição. E muitas vezes, a intuição vai contra o que a nossa mente pensa, gerando um conflito interno e uma dúvida sobre o que fazer.
Vou comentar a respeito de dois casos que aconteceram comigo.
Um dia, tive uma intuição de que era para eu ajudar a Claudia e a Maria (nomes fictícios), pessoas com as quais tinha pouco contato e nenhuma intimidade. A minha intuição dizia que a Claudia estava querendo fazer um curso e a Maria precisava de um atendimento de Thetahealing®. Se eu fosse seguir a minha mente, simplesmente ignoraria isto, pois tudo não fazia o menor sentido.
Entretanto, resolvi seguir esta intuição e mandei uma mensagem para a Claudia, falando que tinha tido uma intuição e que eu estava disponível para ajudá-la com o que ela quisesse. Ela me falou que o que ela mais queria naquele momento era fazer um curso. Então, a ajudei com o curso, mesmo com a minha mente falando que não fazia sentido ajudar uma pessoa que eu conhecia tão pouco.
Com a Maria, a convidei para conhecer o Espaço Conectar-se. No meio da visita, do nada, ela começou a me contar sobre um grande problema da vida dela e na hora eu percebi que tinha que ajuda-la com esta questão. Então, ofereci um atendimento de Thetahealing® gratuito a ela, pois ela não podia pagar.
E não é que a minha intuição estava certa nos dois casos! E que bom que eu me permiti agir em cima dela. A sensação de ajudar estas duas pessoas foi de uma gratidão e de uma alegria profundas!

Quantas Oportunidades Perdemos!

E eu fiquei pensando sobre quantas intuições eu tive durante a minha vida e que eu simplesmente ignorei. Quantas oportunidades de fazer algo que me traria alegria eu perdi porque a intuição não tinha sentido para a minha mente.
A minha vida está muito mais leve e fluida depois que comecei a seguir mais a minha intuição. Ao invés de ter que racionalizar e controlar tudo, eu estou permitindo que as coisas aconteçam com mais naturalidade, o que traz uma paz de espírito enorme.
Eu poderia fazer o convite a vocês leitores para reconhecerem a sua intuição e se permitirem agir com base nela ao invés da mente. Mas eu entendo que para vivermos desta maneira, é preciso nos trabalharmos para liberarmos crenças conflitantes com esta maneira de agir. Se não, se as coisas não derem certo, vamos nos fechar ainda mais para a intuição. Que bom que o Thetahealing® pode nos ajudar com isto!

Gratidão!

André Fukunaga

*Photo by Linda Xu on Unsplash

Vitimismo e a Auto Responsabilidade

Vitimismo e a Auto Responsabilidade

Vitimismo e a Auto Responsabilidade
É comum encontrarmos pessoas, muitas vezes nós mesmos, que se colocam em uma posição de vítima em relação a algum problema. Qualquer dificuldade, a culpa por aquela questão é sempre do outro, da situação, do país, etc. Nunca somos responsáveis pelo acontecido.
Este papel de vítima pode ser observado em diversos níveis de relação. Em uma briga de casal, o outro é sempre o culpado, ele que tem que mudar para que a harmonia volte ao casal. No trabalho, o chefe sempre me prejudica, nunca escuta o que eu tenho para propor. Na sociedade, as minorias são oprimidas pelos malvados da maioria.
Qual o objetivo de ser uma vítima? No meu entendimento, há duas principais causas para as pessoas se colocarem no papel de vítima.
A primeira é receber atenção, afeto e carinho das pessoas. Quantos de nós não ficam com pena das vítimas? Pessoas que nós nem percebíamos que existiam passam a ser reconhecidas e ter o foco da nossa atenção. O vitimismo, neste caso, seria uma forma distorcida da pessoa receber amor.
A segunda é não precisar mudar. Quando o responsável pelo problema é o outro, eu entendo que não há nada que eu possa fazer para resolvê-lo. Somente o outro pode agir para tal. Isto faz com que a vítima não tenha que olhar para si mesmo para ver como vai solucionar o problema. O vitimismo, neste caso, seria um medo de olhar para dentro de si, para suas fraquezas, para o que precisa ser mudado.

Como agir?

Entretanto, por mais que o vitimismo seja atraente para o nosso ego, não há outro jeito de solucionar as questões que não seja a auto responsabilidade.
A auto responsabilidade é ter consciência de que nós somos responsáveis pela realidade que percebemos, afinal nós somos os seus co-criadores. Por mais absurda que possa parecer a situação, é questionar-se o que eu estou fazendo para criar esta realidade e o que posso fazer para mudá-la.
Quando mudamos a nossa postura de vítima para responsável, nós assumimos as rédeas das nossas vidas. Abrimos uma porta para que a vida flua de maneira muito mais leve e natural. Paramos de ficar presos ao passado e ficamos mais presentes no agora. Vivemos conscientes da dádiva de podermos co-criar a nossa própria realidade.

Gratidão,

André Fukunaga

Qual o foco da sua atenção?

Qual o foco da sua atenção?

Qual o foco da sua atenção?
Hoje vou escrever um pouco sobre a Lei da Atração e de como podemos utilizá-la a nosso favor.
Nós somos os co-criadores da nossa realidade. A maneira como criamos a realidade é através dos nossos desejos e da nossa vibração energética. Nada acontece conosco sem a nossa permissão, mesmo que inconsciente.
Quando queremos algo, estamos fazendo um pedido, que o universo vai atender. Entretanto, há vários pedidos que fazemos inconscientemente, através do foco da nossa atenção e dos nossos pensamentos.
Se damos atenção à violência, veremos frequentemente eventos que vão confirmar esta nossa sensação de que o mundo é violento. Se gostamos de ver as qualidades das pessoas, quando conhecemos alguém novo veremos que ela possui muitas qualidades. Se estamos constantemente pensando em nos proteger de doenças, grandes chances de pegarmos alguma doença.
Você já reparou qual é o foco da sua atenção? Você dá mais atenção a situações positivas ou negativas? Você tem mais pensamentos bons ou ruins?
Tudo isto está criando a sua realidade!

Será que funciona assim mesmo?

Pessoas então podem perguntar:
Eu sempre tive falta de dinheiro, então como não pensar que vai faltar dinheiro?
O mundo está cheio de exemplos de violência, se eu não der atenção a eles, eu não estaria ignorando a realidade?
Estes são questionamentos muito válidos com relação a este tema. O que eu posso dizer é que não é porque alguma coisa sempre aconteceu no passado é que ela vai continuar acontecendo.
No caso da primeira pergunta, você pode pensar que sempre teve falta de dinheiro até ontem e que a partir de hoje você possui dinheiro para fazer tudo o que deseja. Pois ter ou não dinheiro é uma escolha.
No segundo caso, não é ignorar a realidade, é escolher a realidade que você quer criar. Ao não dar atenção à violência, você não estará atraindo violência para você.
Tudo isto pode ser um pouco contra a sua lógica, mas é porque não fomos educados para pensar assim. Entretanto, basta observar um pouco as pessoas felizes e com paz interior para ver que elas seguem intuitivamente a lógica da Lei da Atração.
Enfim, você pode não acreditar na Lei da Atração e achar que tudo isto é uma besteira. Mas eu o convido à seguinte reflexão: de que maneira é melhor viver, acreditando que você cria a sua realidade ou que tudo acontece aleatoriamente?
Ao ter fé de que você cria a sua realidade, você se empodera, foca em pensamentos positivos, vive de maneira mais harmoniosa com os outros e se sente livre. Da outra maneira, você é uma vítima, deixa os pensamentos negativos invadirem a sua mente, os outros são inimigos e você tem que criar um arsenal de defesas ao seu redor.
O que você prefere acreditar?

Gratidão!

André Fukunaga

Qual o propósito do casamento?

Qual o propósito do casamento?

Qual o propósito do casamento?
Quando o meu irmão me pediu para fazer um discurso em seu casamento, resolvi falar sobre o propósito do casamento. Então, fiquei refletindo muito sobre qual seria este propósito, inclusive sobre qual era o propósito do meu próprio casamento, até chegar a uma linha de pensamento que reverberou com meu momento de vida.
O propósito do casamento é aquele que você dá para ele. Na nossa sociedade atual, o propósito mais comumente dado pelas pessoas seria o do amor, mas em outros tempos e em outros lugares, poderia ser dinheiro, status, procriação, etc.
Mas o que seria esse propósito de amor? Eu entendo que o casamento pode ser uma das maiores escolas para se aprender sobre o amor. Sobre o amor verdadeiro, mais puro que é o incondicional, aquele em que amamos alguém simplesmente por ele ser o que é.
E ao longo de nossas vidas, desde o momento em que estamos no útero de nossas mães, esse conceito de amor incondicional, que é a nossa essência, é “desvirtuado”. Passamos a amar os outros somente se ele for do jeito que queremos que ele seja. Qualquer coisa que o outro faça em desacordo com o que achamos correto, passamos a não amar mais aquela pessoa.

Como o casamento pode ajudar?

E como o casamento ajuda a reaprendermos o amor incondicional? Antes de mais nada, o casamento, com a convivência diária entre o casal, expõe toda esta visão distorcida do que é o amor. As brigas, os ciúmes, os jogos de poder, o vitimismo, tudo isto são expressões distorcidas de amor.
Justamente por expor tudo isto, é que o casamento nos ajuda a evoluirmos. Afinal, só podemos melhorar naquilo em que temos consciência de que precisamos evoluir. Quando temos relacionamentos superficiais, simplesmente descartamos as pessoas quando elas nos desagradam.
Quando queremos investir em um casamento com o propósito do amor, toda nossa visão distorcida do que é amor é trazida à luz. Com isso, conseguimos expandir várias virtudes em nós, como aceitação, tolerância, compaixão, empatia, entre outras.
Claro que este caminho de aprendizado sobre o amor em um casamento pode ter altos e baixos, com momentos em que nossos condicionamentos antigos sobre o que é amor vão prevalecer. Mas tudo bem, o importante é aceitarmos o que acontece e termos sempre em mente esta perspectiva maior do aprendizado do amor incondicional.
E uma frase que me ajuda muito a manter esta perspectiva maior nos momentos de conflito é “Tudo que não é amor é um pedido de amor”, que li no livro Um Curso em Milagres. Ela resume bem esta perspectiva de que todos nós, na nossa essência, somos e queremos somente amor.

Gratidão!

André Fukunaga

Conciliando os Opostos

Conciliando os Opostos

conciliando os opostos
Vivemos no mundo da dualidade. Tudo tem um oposto. Bem e mal, direita e esquerda, rico e pobre, certo e errado, bonito e feio… Muitas vezes nós nos identificamos com um destes lados e gostaríamos que o oposto não existisse.
Por exemplo, suponhamos que eu tenha um bastão e goste da direita e odeie a esquerda. Então, em um impulso decido cortar o bastão na metade e jogar o lado esquerdo fora. “Supreendentemente”, no novo bastão continua existindo o lado esquerdo. E por mais que eu corte o lado esquerdo milhões de vezes, ele sempre vai existir. Ele só desaparece se o lado direito desaparecer também.
É relativamente comum passarmos as nossas vidas achando que somos um dos lados do oposto. Que somos o bem e outras pessoas são o mal. Que somos os certos e outras pessoas são o errado. E esta identificação acaba gerando um desejo de que o oposto não exista.
Mas, como no exemplo do bastão, o bem não pode existir sem o mal, o certo sem o errado, o bonito sem o feio, o Palmeiras sem o Corinthians. E ambos os opostos são igualmente importantes para o todo.
Ficar rejeitando o oposto, querendo que o oposto não exista, só vai nos trazer sentimentos de baixa vibração como ódio, medo, desprezo e separação, enfim, sofrimento, sendo que a questão nunca pode ser resolvida desta maneira.

Lidando com o oposto

Para não nos irritarmos com o oposto, é fundamental esta consciência de que sem o “lado de lá”, o “lado de cá” não existiria da maneira como é hoje. Com ela, é possível, ao invés de brigar com o outro lado, procurarmos uma conciliação e um entendimento, gerando um equilíbrio entre os opostos, que talvez permita que eles sejam cada vez menos distantes.
De um ponto de vista da espiritualidade, a maneira de resolver esta questão é transcender a dualidade. É não se identificar com nenhum dos opostos. É ver somente o bem, o bonito e o certo em tudo o que há. É ser sem rótulos, classificações e julgamentos. É sentirmos que somos parte de tudo e que tudo é parte de nós.

Gratidão!

André Fukunaga

Pronto para Mudar

Pronto para Mudar

pronto para mudar
Desde que comecei a trabalhar com o Thetahealing, uma das coisas que mais aprendi é sobre como ajudar as pessoas. No começo, confesso que, maravilhado com tudo que podia ser resolvido e melhorado na vida das pessoas, ficava tentando convencer as pessoas, principalmente familiares e amigos, a receberem um atendimento de Thetahealing.
Chegava até ficar bravo e irritado quando via que alguém tinha alguma questão que seria muito fácil resolver com o Thetahealing, mas essa pessoa não aceitava de jeito nenhum receber um atendimento.
Com a evolução da minha vida como Thetahealer, fui percebendo que não adianta forçar nada. Se a pessoa não quer receber ajuda, mesmo que inconscientemente, não vale a pena ficar insistindo, pois vai ser somente um desperdício de energia. A minha postura agora é disponibilizar a ajuda e se for para a pessoa ser atendida por mim, ela será no momento em que ela estiver pronta.
Mas tudo isto me fez pensar em quantas oportunidades de melhorar nos foram disponibilizadas e nós as negamos ou simplesmente as ignoramos. Por que é tão difícil para algumas pessoas quererem melhorar?
No meu entendimento, o principal responsável por isto é o ego. O ego, ao longo de nossas vidas, cria crenças para proteger-nos como indivíduos separados dos outros. E qualquer ação nossa que vai contra todo este sistema de proteção, o ego boicota. Isto é a nossa identificação com o ego e com o todo o sistema de crenças.
E esta identificação é achar que somos os nossos hábitos, emoções, preferências e gostos, sem que nada disto possa ser mudado. É pensar que somos o nosso passado. É não perceber o que dentro de nós prejudica a nós mesmos. É considerar normal sofrer e ficar doente.

Como começar a mudar

Para sair desta armadilha, há dois modos principais: o primeiro é a ocorrência de algum evento ou situação que nos força a mudar. Isto pode acontecer quando ficamos postergando a mudança, fugindo dos problemas ou esperando por alguém ou algo que traga a felicidade sonhada. E neste caso, muitas vezes a mudança é traumática, repentina e nem sempre para melhor.
O segundo é uma elevação da consciência. É perceber que a vida não precisa ser como está. É saber que não precisamos sofrer para evoluir. É confiar que tudo pode ser trabalhado e melhorado. É entender que a mudança é possível e pode começar agora.
Em ambos os casos há uma nova consciência. E a partir dela é que começamos a mudar. Mas, com certeza, o segundo modo é bem mais leve e fluido, dependendo somente da nossa vontade. O pronto é agora.
E você? Já está pronto para mudar?

Gratidão

André Fukunaga

Quando O Que fazemos Não Faz Mais Sentido

Quando O Que fazemos Não Faz Mais Sentido

Quando O Que fazemos Não Faz Mais Sentido
Qual é o propósito de nossas vidas? Nós somos influenciados por diversas fontes quando escolhemos, conscientemente ou não, o caminho de nossas vidas. Família, sociedade, cultura, amigos… enfim, o que fazemos é decorrente da combinação de crenças de várias fontes que não somos nós.
Tenho observado várias pessoas que chegam em certo ponto da vida e percebem que tudo aquilo que acreditavam ser o caminho da felicidade não está funcionando. Este inclusive foi o meu próprio caso. Vão para o trabalho sofrendo no caminho, odeiam a segunda-feira, casar e ter filhos não trouxe o êxtase esperado, acham que no futuro as coisas vão melhorar. Algumas pessoas levam a vida desta maneira e continuam até que algum evento traumático as obrigam a mudar. Outras percebem que a vida do jeito que está não faz mais sentido, só que não sabem o que fazer.
Mas como descobrir o que faz sentido? A primeira coisa é se abrir. Se abrir para o novo, para o diferente, para mudanças. Às vezes, o nosso modo de viver está tão enraizado em nós que não conseguimos enxergar nada além dele. Mas, para a surpresa de quem está nesta situação, existe outra maneira de viver a vida. Na verdade, existem infinitas outras maneiras de viver a vida. O nosso medo é que não deixa nos abrirmos e nos permitirmos.
Quando você se abrir, o importante é prestar atenção no coração. O seu cérebro vai toda hora fazer você achar que o único jeito é o jeito “tradicional”. Mas o seu coração conhece o que é melhor para você. Escute o seu coração e atenda aos diversos chamados que você vai passar a perceber. Pode ser um livro, um curso, um emprego, uma pessoa que você conhece do nada, uma pessoa antiga que volta na sua vida… às vezes é simplesmente ir a algum lugar específico em uma hora específica sem nenhum motivo aparente, mas que você sentiu vontade de ir. Siga estes chamados do coração, chamados da alma, que um mundo de oportunidades se abre.

O Que Nos Impede?

As crenças que mais impedem perceber estas novas possibilidades geralmente estão relacionadas a dinheiro ou ao que as pessoas vão pensar.
Com relação ao dinheiro, primeiramente reflita para que você usa o seu dinheiro. Para viver do jeito que não faz sentido? Para criar os seus filhos com as mesmas crenças que te fazem infeliz? Para ter status? Segundo, é sim possível ganhar dinheiro de uma outra maneira que o jeito “tradicional”. Aliás, quando você vive alinhado com o coração, as suas chances de ter dinheiro para realizar o que te faz feliz são muito maiores.
Com relação ao que as outras pessoas vão pensar, reflita que foi justamente por seguir o que as outras pessoas pensam, é que você está em uma situação que não faz sentido.
Existem várias nuances, complexidades, crenças enraizadas que vão jogar contra a sua mudança. Mas se você se abrir para o universo com amor, principalmente por você mesmo, ao invés de medo, tudo vai fluir. Para isto, é muito importante buscar conhecer quem realmente é.

Gratidão!

André Fukunaga